Em meados de 1859, surgiu a teoria de evolução defendida por Charles Darwin. Segundo o darwinismo, as espécies existentes atualmente têm relação com seus antepassados que foram se adaptando a diferentes situações ambientais e, portanto, foram modificando ao longo de muitos anos. O biólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919) propôs então o termo filogênese para designar as relações de origem e parentesco entre os seres atuais e seus ancestrais.
Haeckel também propôs a criação de dois outros reinos, além de animal e vegetal, que abrangeriam organismos estruturalmente mais simples. São eles o Protista, que inclui protozoários e algas, e o Monera, onde se encaixam as bactérias. Finalmente, em 1969, o biólogo R. H. Whitaker verificou que os fungos, até então considerados vegetais, formavam um reino próprio: o Fungi.
Desse modo, hoje, a biologia considera a existência de cinco reinos: Metazoa (ou animal), Metaphyta (ou vegetal), Protista, Monera e Fungi. Levam-se em conta, também, cinco categorias taxinômicas, que são: o reino, o filo, a classe, a ordem, a família, o gênero e a espécie.
O reino indica que pertencemos ao grupo dos animais; o filo que fazemos parte dos seres que apresentam notocorda; um bastão flexível que dá origem à coluna vertebral; e a classe indica que somos mamíferos.
Já a ordem determina a semelhança entre nós e os macacos, mas qual será esta semelhança? A principal é que ambos apresentamos cinco dedos em cada mão e em cada pé, sendo o polegar opositor. Outra semelhança é a visão, pois enxergamos colorido e tridimensionalmente. Além disso, desenvolvermos a inteligência e apresentamos o sistema nervoso desenvolvido.
